quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
A chuva fina havia parado. As nuvens se dispersado... o sol brilhava no céu. As coisas continuam em movimento. Como é possível?
Indiferentes à minha dor, deixam pra trás tudo e seguem como se tudo o que houvesse fosse um eterno presente. Ah! se eu pudesse deixar pra trás minha memória... como uma cobra que se desfaz de sua pele e nem lembra da que deixou em um lugar qualquer.
Pensamento louco... não, não posso. Não posso esquecer. Quando meu filho voltar a primeira coisa que vai quere ouvir, tenho certeza, é 'te amo meu filho'.... e como direi isso a ele se o esquecer?
Fecho os olhos e tento dormir. Um carro que chega buzinando me tira da momentânea letargia...
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